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Blog do Professor Walter Vicioni Gonçalves

Educação

Sou membro da Academia Paulista de Educação

santa casa

Gostaria de compartilhar com vocês que, recentemente, fui eleito – por unanimidade de votos – para ocupar a cadeira número 36 da Academia Paulista de Educação.
O site da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, da qual sou membro do Conselho Curador, também divulgou a notícia em destaque no seu site.

Agradeço a todos pela oportunidade que me foi dada e pela confiança em mim depositada para tal ofício.

3
set 2018
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Gostaria de compartilhar com vocês que, recentemente, fui eleito – por unanimidade de votos – para ocupar a cadeira número 36 da Academia Paulista de Educação.O site da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, da qual sou membro do Conselho Curador, também divulgou a notícia em destaque no seu site.Agradeço a todos pela oportunidade que me foi dada e pela confiança em mim depositada para tal ofício.

Walter Vicioni Gonçalves: fazedor do amanhã

Matéria publicada pela Revista Abigraf – Edição 293 – janeiro/fevereiro 2018

WV_Página_1Walter Vicioni queria cursar Direito. Quando criança, percebia o respeito com o qual eram tratados os advogados em Casa Branca, interior de São Paulo, onde nasceu em 1947, e imaginava-se um deles. Era preciso lutar por esse sonho e, no meio da batalha, o encontro com o exercício da educação mudou definitivamente seu caminho. De mera escada para a sua meta, a atividade de ensinar virou um desafio aceito de bom grado e depois objeto de estudo e dedicação. Agora ele deseja ampliar seu raio de ação, mobilizar corações e mentes em torno de um projeto capaz de construir o amanhã de crianças e jovens.

Nascido em uma família simples, que entendia o trabalho como fonte de riqueza, Walter Vicioni Gonçalves deixou Casa Branca em 1966 para cursar Direito na PUC-Campinas. Era preciso trabalhar para pagar os estudos, e a fonte de renda já havia sido planejada pelo pai, funcionário de carreira da Companhia Mogiana: “Faça o Normal [curso de formação de professores] e você sairá da escola com uma profissão”. Não havia como contradizê-lo, sobretudo face à reputação do Instituto de Educação Dr. Francisco Thomaz de Carvalho, um dos motivos pelos quais Casa Branca era conhecida como a Atenas paulista. Continue lendo…

6
abr 2018
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Matéria publicada pela Revista Abigraf – Edição 293 – janeiro/fevereiro 2018Walter Vicioni queria cursar Direito. Quando criança, percebia o respeito com o qual eram tratados os advogados em Casa Branca, interior de São Paulo, onde nasceu em 1947, e imaginava-se um deles. Era preciso lutar por esse sonho e, no meio da batalha, o encontro com o exercício da educação mudou definitivamente seu caminho. De mera escada para a sua meta, a atividade de ensinar virou um desafio aceito de bom grado e depois objeto de estudo e dedicação. Agora ele deseja ampliar seu raio de ação, mobilizar corações e mentes em torno de um projeto capaz de construir o amanhã de crianças e jovens.Nascido em uma família simples, que entendia o trabalho como fonte de riqueza, Walter Vicioni Gonçalves deixou Casa Branca em 1966 para cursar Direito na PUC-Campinas. Era preciso trabalhar para pagar os estudos, e a fonte de renda já havia sido planejada pelo pai, funcionário de carreira da Companhia Mogiana: “Faça o Normal [curso de formação de professores] e você sairá da escola com uma profissão”. Não havia como contradizê-lo, sobretudo face à reputação do Instituto de Educação Dr. Francisco Thomaz de Carvalho, um dos motivos pelos quais Casa Branca era conhecida como a Atenas paulista. (mais…)

Chega de missões impossíveis na educação

Convido à leitura do meu mais novo artigo:

sala-escola-particular-original4-e1468623204586Um dos grandes problemas dos governantes e planejadores de políticas públicas no Brasil é a contínua proposta de projetos grandiosos, inexequíveis ou fadados a serem interrompidos por falta de recursos.  Com irritante repetição, os projetos que conseguem ser implantados não atingem os objetivos e as metas propostas.

Em 1971, a Lei 5.692 implantou a profissionalização compulsória no 2º grau, hoje denominado ensino médio. A oferta das habilitações profissionais era obrigatória e deveria estar atrelada às necessidades do mercado de trabalho.

A lei foi implantada em âmbito nacional, descolada realidade. O educador Durmeval Trigueiro Mendes, ao analisar a elaboração de planos educacionais nos anos 1960 e 1970, conclui que “os tecnocratas misturam facilmente as duas tendências: a de planejar com facilidade e a de impor com facilidade; ou seja, a de formular a ordem e a de torná-la imperativa segundo as exigências de uma racionalidade desembaraçada dos empecilhos do real.”

O resultado da mencionada lei foi a banalização da profissionalização, adaptando as habilitações aos recursos disponíveis, na maioria dos casos sala de aula, giz e lousa. Houve sucessivos remendos à lei, até que outra a substituiu. Continue lendo…

11
fev 2017
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Convido à leitura do meu mais novo artigo:Um dos grandes problemas dos governantes e planejadores de políticas públicas no Brasil é a contínua proposta de projetos grandiosos, inexequíveis ou fadados a serem interrompidos por falta de recursos.  Com irritante repetição, os projetos que conseguem ser implantados não atingem os objetivos e as metas propostas.Em 1971, a Lei 5.692 implantou a profissionalização compulsória no 2º grau, hoje denominado ensino médio. A oferta das habilitações profissionais era obrigatória e deveria estar atrelada às necessidades do mercado de trabalho.A lei foi implantada em âmbito nacional, descolada realidade. O educador Durmeval Trigueiro Mendes, ao analisar a elaboração de planos educacionais nos anos 1960 e 1970, conclui que “os tecnocratas misturam facilmente as duas tendências: a de planejar com facilidade e a de impor com facilidade; ou seja, a de formular a ordem e a de torná-la imperativa segundo as exigências de uma racionalidade desembaraçada dos empecilhos do real.”O resultado da mencionada lei foi a banalização da profissionalização, adaptando as habilitações aos recursos disponíveis, na maioria dos casos sala de aula, giz e lousa. Houve sucessivos remendos à lei, até que outra a substituiu. (mais…)

MEC para quê?

Artigo – Walter Vicioni Gonçalves

educacao-2

 

A educação nacional encontra-se em persistente e grave crise. Para agravar esse quadro, três problemas tornam-se cada vez mais preocupantes. Um deles refere-se ao acúmulo e ampliação das funções do Ministério de Educação (MEC), em aparelhamento que reproduz e justifica um perverso centralismo burocratizante. Outro problema sério é o descolamento da política educacional em relação às demais políticas públicas, especialmente as econômicas. Além disso, é preciso promover uma profunda mudança na anacrônica organização da educação nacional.

Um balanço da educação pública em 1932 – encaixado como luva nos dias atuais – mostrava que “dissociadas sempre as reformas econômicas e educacionais, que era indispensável entrelaçar e encadear, dirigindo-as no mesmo sentido, todos os nossos esforços, sem unidade de plano e sem espírito de continuidade, não lograram ainda criar um sistema de organização escolar, à altura das necessidades modernas e das necessidades do país. Tudo fragmentado e desarticulado” (grifos nossos). Continue lendo…

23
set 2016
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Artigo – Walter Vicioni Gonçalves A educação nacional encontra-se em persistente e grave crise. Para agravar esse quadro, três problemas tornam-se cada vez mais preocupantes. Um deles refere-se ao acúmulo e ampliação das funções do Ministério de Educação (MEC), em aparelhamento que reproduz e justifica um perverso centralismo burocratizante. Outro problema sério é o descolamento da política educacional em relação às demais políticas públicas, especialmente as econômicas. Além disso, é preciso promover uma profunda mudança na anacrônica organização da educação nacional.Um balanço da educação pública em 1932 – encaixado como luva nos dias atuais – mostrava que “dissociadas sempre as reformas econômicas e educacionais, que era indispensável entrelaçar e encadear, dirigindo-as no mesmo sentido, todos os nossos esforços, sem unidade de plano e sem espírito de continuidade, não lograram ainda criar um sistema de organização escolar, à altura das necessidades modernas e das necessidades do país. Tudo fragmentado e desarticulado” (grifos nossos). (mais…)

SENAI-SP e MIT estudam parcerias nas áreas da educação profissional e inovação

MIT

Dentre os meus compromissos de trabalho de hoje, 18/05, destaco a nossa reunião com a diretora-executiva do Industrial Performance Center – Massachusetts Institute of Technology (MIT), Elisabeth Reynolds, para estreitarmos as relações entre as instituições, visando parcerias futuras nas áreas de educação profissional e inovação tecnológica.

O MIT está entre as melhores universidades do mundo por sua pesquisa e educação na ciências físicas e engenharia.

18
mai 2016
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Dentre os meus compromissos de trabalho de hoje, 18/05, destaco a nossa reunião com a diretora-executiva do Industrial Performance Center – Massachusetts Institute of Technology (MIT), Elisabeth Reynolds, para estreitarmos as relações entre as instituições, visando parcerias futuras nas áreas de educação profissional e inovação tecnológica.O MIT está entre as melhores universidades do mundo por sua pesquisa e educação na ciências físicas e engenharia.

Opinião sobre matéria da Folha de S.Paulo- Ensino técnico no país é muito ‘acadêmico’

Jornal 1

Referente à matéria acima publicada no jornal Folha de S.Paulo, em 8/5/2016, faço questão de esclarecer que o diferencial do SENAI, em relação ao academicismo das redes públicas de ensino técnico, é a sua “engenharia pedagógica”, em que o aluno “aprende fazendo”. Continue lendo…

11
mai 2016
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Referente à matéria acima publicada no jornal Folha de S.Paulo, em 8/5/2016, faço questão de esclarecer que o diferencial do SENAI, em relação ao academicismo das redes públicas de ensino técnico, é a sua “engenharia pedagógica”, em que o aluno “aprende fazendo”. (mais…)

Reunião de trabalho com representantes da Universidade da Holanda

Haia

Mais uma reunião de trabalho entre a nossa equipe do SENAI-SP e a comitiva da The Hague University, da Holanda, foi realizada, na quinta-feira, 10/05, para darmos continuidade ao acordo de cooperação técnica assinado, em agosto do ano passado, visando a internacionalização das Faculdades SENAI-SP.

Fico muito feliz em receber a comitiva holandesa e um dos motivos é o reconhecimento que eles têm pelo trabalho executado pelo SENAI-SP para o aperfeiçoamento da educação profissional. Sendo assim, vamos muito além de parcerias, também cultivamos amizades.

10
mai 2016
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Mais uma reunião de trabalho entre a nossa equipe do SENAI-SP e a comitiva da The Hague University, da Holanda, foi realizada, na quinta-feira, 10/05, para darmos continuidade ao acordo de cooperação técnica assinado, em agosto do ano passado, visando a internacionalização das Faculdades SENAI-SP.Fico muito feliz em receber a comitiva holandesa e um dos motivos é o reconhecimento que eles têm pelo trabalho executado pelo SENAI-SP para o aperfeiçoamento da educação profissional. Sendo assim, vamos muito além de parcerias, também cultivamos amizades.

Opinião – Jabuti ou bode?

Leiam a minha opinião sobre o artigo “Educação e a agenda de um novo governo” de autoria de João Batista Araújo e Oliveira, publicado no jornal Folha de S. Paulo, no dia 26/04/2016, na coluna de Tendências e Debates.

Jabuti ou bode?

O senhor João Batista Araújo e Oliveira é profissional de carreira brilhante e de pensamento crítico respeitável em matéria de educação. Frequentemente, a Folha lhe concede espaço na página “Tendências e debates”. É plenamente justificada e humana a sua meteórica e desastrada passagem pela Secretaria Executiva do MEC em 1995.

Em artigo recente – “Educação e a agenda de um novo governo”, Folha de S. Paulo, 26/04/2016, p. A3 – ele realmente “pisou na bola”. O texto, em seu conjunto, não é um primor de consistência. São “pílulas” esparsas lançadas sem qualquer fundamentação. Uma delas, em especial, assemelha-se aos “jabutis” nos projetos de lei no Congresso Nacional.

Afirma, secamente, que “É fundamental também realizar uma profunda revisão do ensino médio, canalizando recursos do Sistema S para seu financiamento…”. Nada mais é dito para explicar essa estroinice. Tal como o quelônio na atividade parlamentar, trata-se de ideia que ou simplesmente está “pegando carona” ou não teria a menor chance de ser aceita se apresentada isoladamente.

Ora, ainda que o Sistema S tenha problemas, todos perfeitamente sanáveis, é voz corrente que são instituições que, nesse mar de ineficiência e de incompetência que assola o país, funcionam bem e atendem adequadamente aos interesses dos setores produtivos e da população. É muito estranho e surpreendente que o senhor João Batista, conhecedor dessas instituições, proponha medida tão maléfica e irracional.

Uma interpretação menos bondosa diria que se trata de sinalizar uma ameaça, a exemplo do “bode” no recinto humano, para ser chamado (o autor da ameaça) a retirar o animal, sem maus tratos e sem vestígios. Obviamente, tarefa dessa natureza requer trabalho especializado e bem pago…

4
mai 2016
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Leiam a minha opinião sobre o artigo “Educação e a agenda de um novo governo” de autoria de João Batista Araújo e Oliveira, publicado no jornal Folha de S. Paulo, no dia 26/04/2016, na coluna de Tendências e Debates.Jabuti ou bode?O senhor João Batista Araújo e Oliveira é profissional de carreira brilhante e de pensamento crítico respeitável em matéria de educação. Frequentemente, a Folha lhe concede espaço na página “Tendências e debates”. É plenamente justificada e humana a sua meteórica e desastrada passagem pela Secretaria Executiva do MEC em 1995.Em artigo recente – “Educação e a agenda de um novo governo”, Folha de S. Paulo, 26/04/2016, p. A3 – ele realmente “pisou na bola”. O texto, em seu conjunto, não é um primor de consistência. São “pílulas” esparsas lançadas sem qualquer fundamentação. Uma delas, em especial, assemelha-se aos “jabutis” nos projetos de lei no Congresso Nacional.Afirma, secamente, que “É fundamental também realizar uma profunda revisão do ensino médio, canalizando recursos do Sistema S para seu financiamento…”. Nada mais é dito para explicar essa estroinice. Tal como o quelônio na atividade parlamentar, trata-se de ideia que ou simplesmente está “pegando carona” ou não teria a menor chance de ser aceita se apresentada isoladamente.Ora, ainda que o Sistema S tenha problemas, todos perfeitamente sanáveis, é voz corrente que são instituições que, nesse mar de ineficiência e de incompetência que assola o país, funcionam bem e atendem adequadamente aos interesses dos setores produtivos e da população. É muito estranho e surpreendente que o senhor João Batista, conhecedor dessas instituições, proponha medida tão maléfica e irracional.Uma interpretação menos bondosa diria que se trata de sinalizar uma ameaça, a exemplo do “bode” no recinto humano, para ser chamado (o autor da ameaça) a retirar o animal, sem maus tratos e sem vestígios. Obviamente, tarefa dessa natureza requer trabalho especializado e bem pago…

Times da Robótica SESI-SP entre os nove melhores do mundo

 

SESI St Louis

Posso afirmar que a família SESI-SP está muito feliz com as conquistas da Robótica SESI no FLL World Festival 2016, maior competição de robótica do mundo, realizado de 27/04 a 30/04, em St. Louis. As nossas equipes SESI Red Rabbit, de Americana e SESI Jedi’s, de Jundiaí, ficaram com o 1º lugar em Trabalho em Equipe e o 3º lugar em Programação, respectivamente. Os nossos dois times estão entre as nove melhores equipes do mundo.

2
mai 2016
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 Posso afirmar que a família SESI-SP está muito feliz com as conquistas da Robótica SESI no FLL World Festival 2016, maior competição de robótica do mundo, realizado de 27/04 a 30/04, em St. Louis. As nossas equipes SESI Red Rabbit, de Americana e SESI Jedi’s, de Jundiaí, ficaram com o 1º lugar em Trabalho em Equipe e o 3º lugar em Programação, respectivamente. Os nossos dois times estão entre as nove melhores equipes do mundo.

SENAI-SP vai ampliar certificação de pessoas para setor da construção civil

SINTRACON

Assinamos, hoje 25/04, o protocolo de intenções entre a FIESP, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), em que o SENAI-SP vai executar a certificação profissional de pessoas nessa área, visando ampliar os conceitos de segurança do trabalho para que haja redução do fator previdenciário de acidentes às indústrias.

25
abr 2016
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Assinamos, hoje 25/04, o protocolo de intenções entre a FIESP, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), em que o SENAI-SP vai executar a certificação profissional de pessoas nessa área, visando ampliar os conceitos de segurança do trabalho para que haja redução do fator previdenciário de acidentes às indústrias.

Sobre

Walter Vicioni é diretor regional do SENAI-SP, superintendente do SESI-SP e diretor da Faculdade SESI-SP de Educação. É membro reeleito do Conselho Curador da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Foi eleito, em 2018, para ocupar a Cadeira nº 36 da Academia Paulista de Educação.


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Walter Vicioni Gonçalves

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