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Blog do Professor Walter Vicioni Gonçalves

Prêmio de Melhores Práticas Sindicais – edição 2014

Tive a honra de participar da solenidade de entrega do Prêmio de Melhores Práticas Sindicais – edição 2014 – realizada no dia 18 de novembro, na sede da FIESP. A premiação valoriza os trabalhos e as iniciativas encabeçadas pelos sindicatos do estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.

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19
nov 2014
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Tive a honra de participar da solenidade de entrega do Prêmio de Melhores Práticas Sindicais – edição 2014 – realizada no dia 18 de novembro, na sede da FIESP. A premiação valoriza os trabalhos e as iniciativas encabeçadas pelos sindicatos do estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Entrevista – “EU QUERO SER ESSE EXEMPLO”

Entrevista concedida à Revista Abigraf – Edição novembro/dezembro 2014. 

AB274 Entrevista Walter Vicioni

14
nov 2014
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Entrevista concedida à Revista Abigraf – Edição novembro/dezembro 2014. AB274 Entrevista Walter Vicioni

Coletiva de imprensa “Que mostro te mordeu?”

Série infantil criativa e muito contemporânea que envolve entretenimento aliado à educação. Os medos e anseios, comuns à infância, servem de motivação para histórias de crescimento e aprendizado.

Não deixem de conferir! Estreia no próximo dia 10, às 11h30, na TV Cultura.

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6
nov 2014
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Série infantil criativa e muito contemporânea que envolve entretenimento aliado à educação. Os medos e anseios, comuns à infância, servem de motivação para histórias de crescimento e aprendizado.Não deixem de conferir! Estreia no próximo dia 10, às 11h30, na TV Cultura.

Abertura da Premiação da 5ª Edição do Festival SESI Música

O Festival SESI Música 2014 – concurso estadual voltado aos trabalhadores da indústria –  ocorreu de 26 de outubro a 01 de novembro e contou com 146 inscritos que deram um verdadeiro show no palco do Teatro do SESI São José do Rio Preto.  Parabéns aos vencedores!

5
nov 2014
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O Festival SESI Música 2014 – concurso estadual voltado aos trabalhadores da indústria –  ocorreu de 26 de outubro a 01 de novembro e contou com 146 inscritos que deram um verdadeiro show no palco do Teatro do SESI São José do Rio Preto.  Parabéns aos vencedores!

ESTREIA – Que monstro te mordeu?

“A cada episódio, um monstro desenhado por uma criança ganha vida no monstruoso mundo dos monstros.”

Monstro

A mais nova série infantil, uma realização do SESI-SP e da TV Cultura, estreia no dia 10 de novembro, às 11h30, na TV Cultura e também na web: fb.com/quemonstrotemordeu.

Não percam!

30
out 2014
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“A cada episódio, um monstro desenhado por uma criança ganha vida no monstruoso mundo dos monstros.”A mais nova série infantil, uma realização do SESI-SP e da TV Cultura, estreia no dia 10 de novembro, às 11h30, na TV Cultura e também na web: fb.com/quemonstrotemordeu.Não percam!

Saudação aos educadores

Que palavra você escreveria com giz colorido?
Caros Educadores,

Desde sempre o dia 15/10 faz parte da minha história; primeiro como aluno e depois, ao longo de todos esses anos, como educador. A partir deste ano, após novas aprendizagens, decorrentes de vivências e convivências, algumas doces, outras amargas, 1510 ficará como tatuagem, entre as boas memórias desses tempos.

Desta feita, na data em que se comemora o Dia dos Mestres, escolhi prestar-lhes a minha homenagem por meio da história de Wei Minzhi, contada no filme Nenhum a Menos, vencedor do Leão de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Veneza de 1999. O filme é uma joia delicada de Zhang Yimou, diretor chinês responsável também por Lanternas Vermelhas, de 1991, que, com certeza, conhece bem o papel cardinal dos professores na vida escolar.

O filme nos mostra as condições da educação em Shuiquan, aldeia na zona rural chinesa, minúscula e distante de tudo. É impossível um educador assistir às cenas e não se sensibilizar com os desafios ali apresentados: evasão escolar, falta de recursos, instalações precárias, professores despreparados e mal remunerados, comportamento inadequado dos alunos, conteúdos sem significado, entre tantos outros.

A desprovida escola mostrada no filme abriga alunos de uma turma multisseriada, da pré-escola à 3ª série, cujo professor, Gao Enman, precisa se ausentar por um mês. O prefeito do vilarejo, contudo, não encontra um professor substituto que aceite trabalhar naquelas condições. Até que Wei Minzhi se apresenta, voluntária, tímida, de apenas 13 anos, que, tendo cursado apenas o primário, não possui os recursos necessários para lecionar.

Leia Mais…

14
out 2014
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Que palavra você escreveria com giz colorido?Caros Educadores,Desde sempre o dia 15/10 faz parte da minha história; primeiro como aluno e depois, ao longo de todos esses anos, como educador. A partir deste ano, após novas aprendizagens, decorrentes de vivências e convivências, algumas doces, outras amargas, 1510 ficará como tatuagem, entre as boas memórias desses tempos.Desta feita, na data em que se comemora o Dia dos Mestres, escolhi prestar-lhes a minha homenagem por meio da história de Wei Minzhi, contada no filme Nenhum a Menos, vencedor do Leão de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Veneza de 1999. O filme é uma joia delicada de Zhang Yimou, diretor chinês responsável também por Lanternas Vermelhas, de 1991, que, com certeza, conhece bem o papel cardinal dos professores na vida escolar.O filme nos mostra as condições da educação em Shuiquan, aldeia na zona rural chinesa, minúscula e distante de tudo. É impossível um educador assistir às cenas e não se sensibilizar com os desafios ali apresentados: evasão escolar, falta de recursos, instalações precárias, professores despreparados e mal remunerados, comportamento inadequado dos alunos, conteúdos sem significado, entre tantos outros.A desprovida escola mostrada no filme abriga alunos de uma turma multisseriada, da pré-escola à 3ª série, cujo professor, Gao Enman, precisa se ausentar por um mês. O prefeito do vilarejo, contudo, não encontra um professor substituto que aceite trabalhar naquelas condições. Até que Wei Minzhi se apresenta, voluntária, tímida, de apenas 13 anos, que, tendo cursado apenas o primário, não possui os recursos necessários para lecionar. (mais…)

Um novo olhar sobre o nosso cotidiano

jURAMENTO 1                                 “Nós temos essa percepção de que o mundo é uma maquinaria concreta, real, material, poderosa, e ficamos mais ou menos esmagados por esses mecanismos cotidianos com que ele se manifesta. Mas é preciso perceber que o mundo é isso, mas também é outra coisa, o mundo é uma história, uma ideia, uma memória.”

Mia Couto, 2014

 

Hoje, vive-se a sensação de não haver mais caminhos, mais luzes, mais soluções. Denúncias, protestos e desatinos aparecem nos jornais, nas revistas, em programas de televisão. O lado negativo predomina quase sempre, sobre praticamente todas as questões. Sem dúvida, é urgente analisar cada um dos problemas existentes e achar soluções viáveis e adequadas, estabelecendo prioridades e utilizando os recursos disponíveis, de forma correta e sem desperdícios. Mas, também, precisamos voltar nosso olhar para o que é perene, para o que é positivo, para o que faz parte de nossa história e de nossa cultura.

É preciso revalorizar princípios, ideias e práticas, que nos acompanham desde a nossa infância, histórias que escutamos e vivemos, em nossas casas e em nossa comunidade. Não é fazer uma apologia do passado, mas redescobrir o nosso presente.

Ao assistir ao filme Central do Brasil, percebe-se, lá no fundo da alma do brasileiro, o valor que ele dá à profissão. O menino Josué, na obstinada procura pelo pai, falava com orgulho que seu pai fazia telhado, casa, escada, cadeira, mesa, cama. “Meu pai é carpinteiro!”, insistia.

Esse orgulho da profissão é um dos inúmeros recortes possíveis das nossas lembranças, significativas ainda no nosso tempo. Leia Mais…

15
set 2014
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                                 “Nós temos essa percepção de que o mundo é uma maquinaria concreta, real, material, poderosa, e ficamos mais ou menos esmagados por esses mecanismos cotidianos com que ele se manifesta. Mas é preciso perceber que o mundo é isso, mas também é outra coisa, o mundo é uma história, uma ideia, uma memória.”Mia Couto, 2014 Hoje, vive-se a sensação de não haver mais caminhos, mais luzes, mais soluções. Denúncias, protestos e desatinos aparecem nos jornais, nas revistas, em programas de televisão. O lado negativo predomina quase sempre, sobre praticamente todas as questões. Sem dúvida, é urgente analisar cada um dos problemas existentes e achar soluções viáveis e adequadas, estabelecendo prioridades e utilizando os recursos disponíveis, de forma correta e sem desperdícios. Mas, também, precisamos voltar nosso olhar para o que é perene, para o que é positivo, para o que faz parte de nossa história e de nossa cultura.É preciso revalorizar princípios, ideias e práticas, que nos acompanham desde a nossa infância, histórias que escutamos e vivemos, em nossas casas e em nossa comunidade. Não é fazer uma apologia do passado, mas redescobrir o nosso presente.Ao assistir ao filme Central do Brasil, percebe-se, lá no fundo da alma do brasileiro, o valor que ele dá à profissão. O menino Josué, na obstinada procura pelo pai, falava com orgulho que seu pai fazia telhado, casa, escada, cadeira, mesa, cama. “Meu pai é carpinteiro!”, insistia.Esse orgulho da profissão é um dos inúmeros recortes possíveis das nossas lembranças, significativas ainda no nosso tempo. (mais…)

Sobre

Walter Vicioni é diretor regional do SENAI-SP, superintendente do SESI-SP e diretor da Faculdade SESI-SP de Educação. É membro reeleito do Conselho Curador da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Foi eleito, em 2018, para ocupar a Cadeira nº 36 da Academia Paulista de Educação.


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Walter Vicioni Gonçalves

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