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Blog do Professor Walter Vicioni Gonçalves

Compromissos de Walter Vicioni – Deputado Federal 1510

Prezado(a) cidadão(ã) eleitor(a),

Incentivado por amigos e colaboradores, estou postulando uma vaga de deputado federal nas próximas eleições de 2014. Encaro esse desafio movido por crenças, princípios e conceitos. E assumo compromissos de luta.

Acredito que:

• Posso contribuir para resolver os graves problemas da educação brasileira;

 A educação constitui fator primordial para a solução dos problemas econômicos e sociais do país; 

 • O caráter do povo brasileiro pode vir a ser mais solidário e ético, em contraposição ao pernicioso “jeitinho” e à maléfica “vantagem em tudo”.

 

Não abro mão de pétreos princípios:

• A ética e a honestidade devem nortear todas as ações na vida pública e privada;

• O bem comum e a coisa pública são os esteios de uma sociedade justa, fraterna e republicana; 

• O Estado não deve sobrepor-se aos interesses das pessoas e das comunidades.

 

Tenho sempre presentes os conceitos de que:

• A educação tem a força de melhorar as pessoas, a sociedade e o mundo;

• A democracia é a melhor forma de organização política e social;

 A sociedade democrática depende de pessoas educadas e politicamente conscientes; 

 A felicidade humana assenta-se na justiça, na paz, na solidariedade, na educação, na cultura, na segurança, na saúde, no trabalho decente e na renda digna.

 

Como parlamentar, terei compromissos de luta, seja apresentando e defendendo projetos de lei na Câmara Federal, seja atuando junto aos demais poderes federais, estaduais e municipais. Assim, me comprometo a propor, defender, pressionar e articular, onde couber:

• Melhoria das condições de formação e de remuneração dos profissionais da educação;

• Ampliação da jornada escolar da educação básica;

• Fortalecimento da autonomia escolar na gestão e no projeto pedagógico;

• Modernização e eficiência da gestão escolar;

 Isonomia salarial entre professores em exercício e aposentados;

 Universalização do ensino médio;

• Universalização da educação infantil;

• Elevação do limite mínimo de despesas com salários em educação de 60% para 70%, no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação);

 Mudança do currículo de formação do professor de educação básica, de forma a resgatar o padrão das antigas escolas normais;

• Modernização do currículo do ensino médio;

• Racionalização e modernização das redes públicas de educação profissional, segundo demandas econômicas e sociais;

• Criação e implantação de sistema público de informação e orientação profissional, com descrição de ocupações e oportunidades de formação e de trabalho;

• Criação e implantação de sistema público de avaliação da educação profissional;

 Reforma tributária, de forma a fortalecer as finanças municipais, eliminando o expediente clientelístico das emendas orçamentárias nas casas legislativas;

• Reforma política, incluído o sistema de voto distrital.

 

São metas que requerem firmeza e determinação para alcançarmos uma nova escola pública de excelência para todos. Vamos à luta!

 

Professor Walter Vicioni – Deputado Federal 1510 – PMDB-SP

13
ago 2014
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Prezado(a) cidadão(ã) eleitor(a),Incentivado por amigos e colaboradores, estou postulando uma vaga de deputado federal nas próximas eleições de 2014. Encaro esse desafio movido por crenças, princípios e conceitos. E assumo compromissos de luta.Acredito que:• Posso contribuir para resolver os graves problemas da educação brasileira;• A educação constitui fator primordial para a solução dos problemas econômicos e sociais do país;  • O caráter do povo brasileiro pode vir a ser mais solidário e ético, em contraposição ao pernicioso “jeitinho” e à maléfica “vantagem em tudo”. Não abro mão de pétreos princípios:• A ética e a honestidade devem nortear todas as ações na vida pública e privada;• O bem comum e a coisa pública são os esteios de uma sociedade justa, fraterna e republicana; • O Estado não deve sobrepor-se aos interesses das pessoas e das comunidades. Tenho sempre presentes os conceitos de que:• A educação tem a força de melhorar as pessoas, a sociedade e o mundo;• A democracia é a melhor forma de organização política e social;• A sociedade democrática depende de pessoas educadas e politicamente conscientes; • A felicidade humana assenta-se na justiça, na paz, na solidariedade, na educação, na cultura, na segurança, na saúde, no trabalho decente e na renda digna. Como parlamentar, terei compromissos de luta, seja apresentando e defendendo projetos de lei na Câmara Federal, seja atuando junto aos demais poderes federais, estaduais e municipais. Assim, me comprometo a propor, defender, pressionar e articular, onde couber:• Melhoria das condições de formação e de remuneração dos profissionais da educação;• Ampliação da jornada escolar da educação básica;• Fortalecimento da autonomia escolar na gestão e no projeto pedagógico;• Modernização e eficiência da gestão escolar;• Isonomia salarial entre professores em exercício e aposentados;• Universalização do ensino médio;• Universalização da educação infantil;• Elevação do limite mínimo de despesas com salários em educação de 60% para 70%, no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação);• Mudança do currículo de formação do professor de educação básica, de forma a resgatar o padrão das antigas escolas normais;• Modernização do currículo do ensino médio;• Racionalização e modernização das redes públicas de educação profissional, segundo demandas econômicas e sociais;• Criação e implantação de sistema público de informação e orientação profissional, com descrição de ocupações e oportunidades de formação e de trabalho;• Criação e implantação de sistema público de avaliação da educação profissional;• Reforma tributária, de forma a fortalecer as finanças municipais, eliminando o expediente clientelístico das emendas orçamentárias nas casas legislativas;• Reforma política, incluído o sistema de voto distrital. São metas que requerem firmeza e determinação para alcançarmos uma nova escola pública de excelência para todos. Vamos à luta! Professor Walter Vicioni – Deputado Federal 1510 – PMDB-SP

Propostas de Walter Vicioni para uma Educação de Excelência para Todos

ENSINO PÚBLICO DE EXCELÊNCIA:

Para Walter Vicioni, educar é muito mais que aumentar o grau de escolaridade. Hoje, o SESI e o SENAI contam com professores qualificados, respeitados e valorizados. Os alunos são preparados para a vida, adquirem conhecimentos e habilidades para a integração na sociedade e no mundo do trabalho. Defende uma nova escola pública de excelência para todos.

 

ESCOLA EM PERÍODO INTEGRAL:

Defender a escola em período integral – organizada e estruturada para desenvolver um currículo escolar significativo para crianças e jovens, com oficinas de arte, práticas esportivas e ensino profissionalizante – é uma das metas de Walter Vicioni  que, com sua experiência, sabe que desenvolvimento  de um país não se faz sem educação para o  povo.

 

CURSOS PROFISSIONALIZANTES:

Walter Vicioni quer levar sua experiência na área de formação profissional, do ensino técnico e tecnológico para todo o Estado de São Paulo, preparando os jovens para a vida e para o trabalho.

 

ENSINO SUPERIOR ORIENTADO PELA DEMANDA:

Em nosso país, 90% dos cursos superiores estão relacionados às áreas de Humanas e apenas 10% às áreas de Exatas. Walter Vicioni defende a redução desse desequilíbrio, orientando a oferta com base nas reais necessidades do desenvolvimento social e econômico do país, além da articulação e coerência entre as políticas educacional, tecnológica e industrial.

 

ESPORTE E CULTURA COMO DIREITO DE TODOS:

Walter Vicioni sabe que a educação não é somente transmissão de conhecimentos, mas formação para a vida. A oportunidade de praticar esporte e vivenciar atividades culturais são experiências importantes de vida para crianças e jovens, dentro e fora dos muros da escola.

8
ago 2014
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ENSINO PÚBLICO DE EXCELÊNCIA:Para Walter Vicioni, educar é muito mais que aumentar o grau de escolaridade. Hoje, o SESI e o SENAI contam com professores qualificados, respeitados e valorizados. Os alunos são preparados para a vida, adquirem conhecimentos e habilidades para a integração na sociedade e no mundo do trabalho. Defende uma nova escola pública de excelência para todos. ESCOLA EM PERÍODO INTEGRAL:Defender a escola em período integral – organizada e estruturada para desenvolver um currículo escolar significativo para crianças e jovens, com oficinas de arte, práticas esportivas e ensino profissionalizante – é uma das metas de Walter Vicioni  que, com sua experiência, sabe que desenvolvimento  de um país não se faz sem educação para o  povo. CURSOS PROFISSIONALIZANTES:Walter Vicioni quer levar sua experiência na área de formação profissional, do ensino técnico e tecnológico para todo o Estado de São Paulo, preparando os jovens para a vida e para o trabalho. ENSINO SUPERIOR ORIENTADO PELA DEMANDA:Em nosso país, 90% dos cursos superiores estão relacionados às áreas de Humanas e apenas 10% às áreas de Exatas. Walter Vicioni defende a redução desse desequilíbrio, orientando a oferta com base nas reais necessidades do desenvolvimento social e econômico do país, além da articulação e coerência entre as políticas educacional, tecnológica e industrial. ESPORTE E CULTURA COMO DIREITO DE TODOS:Walter Vicioni sabe que a educação não é somente transmissão de conhecimentos, mas formação para a vida. A oportunidade de praticar esporte e vivenciar atividades culturais são experiências importantes de vida para crianças e jovens, dentro e fora dos muros da escola.

Walter Vicioni – Uma vida a serviço da educação básica e da formação profissional

Walter Vicioni - Deputado Federal 1510

Destaques

Engenharia Pedagógica – transformação de uma demanda em objetivos de ensino, desenvolvimento e execução de cursos e/ou programas de formação – em especial, formação profissional sob medida.

Movimento do Aprender – criação/ implementação do Sistema SESI-SP de Ensino e sua expansão para redes municipais de educação.

⇒ Pedagogia do Exemplo – aprender fazendo e educar pela ação.

 

Sua formação de educador

• Nasceu em Casa Branca, distante 240 km da capital de São Paulo, município que conta com uma das primeiras escolas de Ensino Normal do Estado, instalada em 07 de abril de 1913. Foi nessa escola – Instituto de Educação “Dr. Francisco Thomaz de Carvalho” – que se iniciou na área de educação e se formou Professor Normalista

Começou sua carreira de professor na década de 1960, alfabetizando crianças nas denominadas Escolas Rurais e nas Escolas Masculinas de Emergência, classes escolares organizadas na periferia das cidades de Campinas e São Paulo.

Cursou Pedagogia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde se formou em 1970.

• Ainda, complementou sua formação com os seguintes programas: 

» Especialista em Desenvolvimento de Currículos e Programas, no Centro de Estudos Pós-Universitários da Fundação Santo André (1972/73)

» Avaliação de Currículos, curso promovido pela Fundação Carlos Chagas e pelo Centro Nacional de Formação Profissional (1975)

» Problemas do Ensino de Segundo Grau, na Universidade de Brasília (1982)

» Gestão de Projetos, na Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (1987)

» Avaliação de Currículos, na Universidade Estadual de Campinas (1988)

» Gestão de Programas de Cooperação Internacional, na Faculdade de Economia e Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (1991)

» Especialização em Gestão da Qualidade, no Instituto de Matemática Estatística e Ciências da Computação da Universidade Estadual de Campinas (1994 – 1996)

» Direção Estratégica e Planejamento Empresarial, na Escola de Administração de Empresa de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (1997)

• Para especializar-se em Planejamento e Administração da Educação, realizou curso no Institut International de Planification de l’Education (IIPE/UNESCO), nos anos de 1989 e 1990, em Paris.

 

Sua atuação como gestor na educação básica e na formação profissional

• Pelos resultados alcançados como professor, técnico e supervisor, em 1975, com 28 anos, assumiu o cargo de Diretor de uma escola SENAI-SP. Foi a primeira de várias escolas em que atuou como Diretor, sempre imprimindo a marca de:

» excelência da formação profissional;

» pesquisa aplicada e tecnológica para atendimento às indústrias;

» inovação nos processos de ensino e oferta de cursos;

» bom clima escolar;

» incentivo ao empreendedorismo de seus alunos.

• Na Administração Central do SENAI-SP, foi Gerente da Divisão de Planejamento Curricular, Diretor de Organização e Planejamento, além de Diretor Técnico.

Como Gerente da Divisão de Planejamento Curricular, no período de 1987 e 1993, entre outras importantes ações, concebeu e implantou o planejamento de ensino e avaliação do rendimento escolar e o programa de avaliação da educação profissional.

Como Diretor Técnico, no período de 2000 a 2005, implantou amplo e expressivo programa de configuração das Escolas SENAI de São Paulo que, além da modernização tecnológica dos seus ambientes de ensino e de pesquisa, recriou-as para adaptá-las às exigências do desenvolvimento e das vocações locais e regionais.

• Na área compartilhada de gestão do SENAI-SP e SESI-SP, passou a gerenciar a Coordenadoria de Gestão e de Planejamento. Foi o responsável, então, pela concepção e estruturação do Plano Estratégico do SESI-SP e do SENAI-SP, para o período de 2007/2011, que trazia como lema “Educar para Crescer”.

• Em pleno processo de implantação dos projetos do Plano Estratégico SESI-SP e SENAI-SP, em 2008, assumiu a Diretoria Regional do SENAI-SP e Superintendência do SESI-SP, cargos executivos da alta gestão das entidades. Ao assumir tais cargos, passa a responsabilizar-se pela execução orçamentária das duas entidades, que atinge o montante, em 2013, de cerca de 2,5 bilhões de reais.

• Como Superintendente do SESI-SP, sua atuação se destaca por:

» planejamento e coordenação da implantação do ensino em regime de tempo integral no ensino fundamental;

» oferta de ensino médio, articulado com o ensino técnico do SENAI-SP;

» estímulo ao ensino de ciências e tecnologia;

» planejamento e liderança da criação da Faculdade SESI-SP de Educação;

» iniciativas nas áreas de cultura, inclusive com programação de Teatro Musical e o início da formação de novos talentos para atuar nessa área;

» incentivo ao esporte de rendimento – em especial natação, polo aquático e vôlei -, com a disseminação das lições de vida e dos valores inerentes às atividades dos atletas e para-atletas. Também valoriza a formação esportiva de crianças e jovens, por meio do Programa Atleta do Futuro.

• Como Diretor Regional do SENAI-SP, sua marca é:

» a consolidação de conceitos e valores inerentes à formação profissional;

» a diversificação das áreas tecnológicas atendidas;

» a diversificação de cursos de formação de tecnólogos;

» a atualização e aperfeiçoamento dos docentes;

» a sintonia com o desenvolvimento tecnológico e a atuação como difusor da inovação em produtos e processos industriais.

• Cria a Editora SESI-SP e SENAI-SP, que visa à gestão, preservação e disseminação de conhecimentos gerados nas duas entidades; elaboração e produção de meios didáticos; pesquisa de novos meios e mídias para ensino-aprendizagem e comunicação.

 

Sua contribuição à melhoria do atendimento das redes públicas

• Na área de educação básica, promove a estruturação de programa direcionado para crianças e jovens da escola pública, com recursos pedagógicos e com experiência da equipe de educação do SESI-SP. O relato dessa experiência, no livro “Programa SESI-SP na Trilha dos Saberes – uma possibilidade de educação além do reforço escolar”, mostra o processo de aprendizagem que também resgata a autoestima das crianças e jovens, a partir de estratégias educativas diferenciadas.

• Incentiva o compartilhamento da filosofia e da prática do Programa Atleta do Futuro com os responsáveis pela área de esportes em órgãos públicos.

• Planeja e coordena a formulação de estratégias para proporcionar, às redes de ensino municipais, a oportunidade de implantar o Sistema SESI-SP de Ensino – Movimento do Aprender. A partir da realidade local e da troca de experiências com os educadores que atuam nas escolas públicas do município, chega-se ao ensino mais adequado para os alunos, que sempre traz presente a “forma SESI de educar”, focada no processo da aprendizagem, em que o aluno é estimulado a pensar e buscar o saber.

• Cria o programa de apoio à pesquisa aplicada e tecnológica, que oferece à comunidade científica e às universidades públicas do Estado de São Paulo a possibilidade de utilizar a infraestrutura de laboratórios e demais instalações das unidades de ensino SENAI-SP.

• Ainda no intuito de contribuir com o ensino proporcionado principalmente nas redes públicas, atua, desde 2011, no Conselho Estadual de Educação de São Paulo, como membro titular.

 

Sua atuação na área internacional

• Atuou como Consultor do Projeto de Estudo de Desenvolvimento e Orientação da Formação Profissional do Governo do Marrocos e como Consultor do Banco Mundial para o Projeto de Desenvolvimento no Marrocos.

• A partir da década de 1970, quando era Diretor da Escola SENAI Suíço-Brasileira, estabeleceu longa parceria com órgãos de formação profissional suíços, que se tornou – e ainda é hoje – paradigma para outros processos de cooperação internacional do SENAI-SP.

• Intensifica o intercâmbio do SENAI-SP com órgãos de formação profissional da França no passado (em especial com a AFPA – Associação Nacional para a Formação Profissional de Adultos) e no presente (com projeto de ensino na área aeronáutica).

• Promove estudos para firmar intercâmbio entre o SESI-SP e instituições francesas, com destaque para o intercâmbio com a Universcience para implantação de uma Cidade das Crianças na periferia da cidade de São Paulo e para realizar exposição da vida e obra de Leonardo da Vinci na Galeria localizada na Avenida Paulista.

• Criou a Diretoria de Relações Externas, que intensifica a atuação do SENAI-SP na área de cooperação internacional, em especial nos países da África.

31
jul 2014
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Destaques⇒ Engenharia Pedagógica – transformação de uma demanda em objetivos de ensino, desenvolvimento e execução de cursos e/ou programas de formação – em especial, formação profissional sob medida.⇒ Movimento do Aprender – criação/ implementação do Sistema SESI-SP de Ensino e sua expansão para redes municipais de educação.⇒ Pedagogia do Exemplo – aprender fazendo e educar pela ação. Sua formação de educador• Nasceu em Casa Branca, distante 240 km da capital de São Paulo, município que conta com uma das primeiras escolas de Ensino Normal do Estado, instalada em 07 de abril de 1913. Foi nessa escola – Instituto de Educação “Dr. Francisco Thomaz de Carvalho” – que se iniciou na área de educação e se formou Professor Normalista. Começou sua carreira de professor na década de 1960, alfabetizando crianças nas denominadas Escolas Rurais e nas Escolas Masculinas de Emergência, classes escolares organizadas na periferia das cidades de Campinas e São Paulo.• Cursou Pedagogia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde se formou em 1970.• Ainda, complementou sua formação com os seguintes programas: » Especialista em Desenvolvimento de Currículos e Programas, no Centro de Estudos Pós-Universitários da Fundação Santo André (1972/73)» Avaliação de Currículos, curso promovido pela Fundação Carlos Chagas e pelo Centro Nacional de Formação Profissional (1975)» Problemas do Ensino de Segundo Grau, na Universidade de Brasília (1982)» Gestão de Projetos, na Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (1987)» Avaliação de Currículos, na Universidade Estadual de Campinas (1988)» Gestão de Programas de Cooperação Internacional, na Faculdade de Economia e Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (1991)» Especialização em Gestão da Qualidade, no Instituto de Matemática Estatística e Ciências da Computação da Universidade Estadual de Campinas (1994 – 1996)» Direção Estratégica e Planejamento Empresarial, na Escola de Administração de Empresa de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (1997)• Para especializar-se em Planejamento e Administração da Educação, realizou curso no Institut International de Planification de l’Education (IIPE/UNESCO), nos anos de 1989 e 1990, em Paris. Sua atuação como gestor na educação básica e na formação profissional• Pelos resultados alcançados como professor, técnico e supervisor, em 1975, com 28 anos, assumiu o cargo de Diretor de uma escola SENAI-SP. Foi a primeira de várias escolas em que atuou como Diretor, sempre imprimindo a marca de:» excelência da formação profissional;» pesquisa aplicada e tecnológica para atendimento às indústrias;» inovação nos processos de ensino e oferta de cursos;» bom clima escolar;» incentivo ao empreendedorismo de seus alunos.• Na Administração Central do SENAI-SP, foi Gerente da Divisão de Planejamento Curricular, Diretor de Organização e Planejamento, além de Diretor Técnico.Como Gerente da Divisão de Planejamento Curricular, no período de 1987 e 1993, entre outras importantes ações, concebeu e implantou o planejamento de ensino e avaliação do rendimento escolar e o programa de avaliação da educação profissional.Como Diretor Técnico, no período de 2000 a 2005, implantou amplo e expressivo programa de configuração das Escolas SENAI de São Paulo que, além da modernização tecnológica dos seus ambientes de ensino e de pesquisa, recriou-as para adaptá-las às exigências do desenvolvimento e das vocações locais e regionais.• Na área compartilhada de gestão do SENAI-SP e SESI-SP, passou a gerenciar a Coordenadoria de Gestão e de Planejamento. Foi o responsável, então, pela concepção e estruturação do Plano Estratégico do SESI-SP e do SENAI-SP, para o período de 2007/2011, que trazia como lema “Educar para Crescer”.• Em pleno processo de implantação dos projetos do Plano Estratégico SESI-SP e SENAI-SP, em 2008, assumiu a Diretoria Regional do SENAI-SP e Superintendência do SESI-SP, cargos executivos da alta gestão das entidades. Ao assumir tais cargos, passa a responsabilizar-se pela execução orçamentária das duas entidades, que atinge o montante, em 2013, de cerca de 2,5 bilhões de reais.• Como Superintendente do SESI-SP, sua atuação se destaca por:» planejamento e coordenação da implantação do ensino em regime de tempo integral no ensino fundamental;» oferta de ensino médio, articulado com o ensino técnico do SENAI-SP;» estímulo ao ensino de ciências e tecnologia;» planejamento e liderança da criação da Faculdade SESI-SP de Educação;» iniciativas nas áreas de cultura, inclusive com programação de Teatro Musical e o início da formação de novos talentos para atuar nessa área;» incentivo ao esporte de rendimento – em especial natação, polo aquático e vôlei -, com a disseminação das lições de vida e dos valores inerentes às atividades dos atletas e para-atletas. Também valoriza a formação esportiva de crianças e jovens, por meio do Programa Atleta do Futuro.• Como Diretor Regional do SENAI-SP, sua marca é:» a consolidação de conceitos e valores inerentes à formação profissional;» a diversificação das áreas tecnológicas atendidas;» a diversificação de cursos de formação de tecnólogos;» a atualização e aperfeiçoamento dos docentes;» a sintonia com o desenvolvimento tecnológico e a atuação como difusor da inovação em produtos e processos industriais.• Cria a Editora SESI-SP e SENAI-SP, que visa à gestão, preservação e disseminação de conhecimentos gerados nas duas entidades; elaboração e produção de meios didáticos; pesquisa de novos meios e mídias para ensino-aprendizagem e comunicação. Sua contribuição à melhoria do atendimento das redes públicas• Na área de educação básica, promove a estruturação de programa direcionado para crianças e jovens da escola pública, com recursos pedagógicos e com experiência da equipe de educação do SESI-SP. O relato dessa experiência, no livro “Programa SESI-SP na Trilha dos Saberes – uma possibilidade de educação além do reforço escolar”, mostra o processo de aprendizagem que também resgata a autoestima das crianças e jovens, a partir de estratégias educativas diferenciadas.• Incentiva o compartilhamento da filosofia e da prática do Programa Atleta do Futuro com os responsáveis pela área de esportes em órgãos públicos.• Planeja e coordena a formulação de estratégias para proporcionar, às redes de ensino municipais, a oportunidade de implantar o Sistema SESI-SP de Ensino – Movimento do Aprender. A partir da realidade local e da troca de experiências com os educadores que atuam nas escolas públicas do município, chega-se ao ensino mais adequado para os alunos, que sempre traz presente a “forma SESI de educar”, focada no processo da aprendizagem, em que o aluno é estimulado a pensar e buscar o saber.• Cria o programa de apoio à pesquisa aplicada e tecnológica, que oferece à comunidade científica e às universidades públicas do Estado de São Paulo a possibilidade de utilizar a infraestrutura de laboratórios e demais instalações das unidades de ensino SENAI-SP.• Ainda no intuito de contribuir com o ensino proporcionado principalmente nas redes públicas, atua, desde 2011, no Conselho Estadual de Educação de São Paulo, como membro titular. Sua atuação na área internacional• Atuou como Consultor do Projeto de Estudo de Desenvolvimento e Orientação da Formação Profissional do Governo do Marrocos e como Consultor do Banco Mundial para o Projeto de Desenvolvimento no Marrocos.• A partir da década de 1970, quando era Diretor da Escola SENAI Suíço-Brasileira, estabeleceu longa parceria com órgãos de formação profissional suíços, que se tornou – e ainda é hoje – paradigma para outros processos de cooperação internacional do SENAI-SP.• Intensifica o intercâmbio do SENAI-SP com órgãos de formação profissional da França no passado (em especial com a AFPA – Associação Nacional para a Formação Profissional de Adultos) e no presente (com projeto de ensino na área aeronáutica).• Promove estudos para firmar intercâmbio entre o SESI-SP e instituições francesas, com destaque para o intercâmbio com a Universcience para implantação de uma Cidade das Crianças na periferia da cidade de São Paulo e para realizar exposição da vida e obra de Leonardo da Vinci na Galeria localizada na Avenida Paulista.• Criou a Diretoria de Relações Externas, que intensifica a atuação do SENAI-SP na área de cooperação internacional, em especial nos países da África.

Novas perspectivas para nossos professores

quadro 1Uma das perguntas do Enem francês foi “Vale tudo para ser feliz?”

Sem entrar, neste momento, na questão da ética, podemos fazer uma pergunta aparentemente mais simples aos educadores brasileiros: “O jovem brasileiro é feliz?”

Infelizmente, grande parte das respostas – principalmente nos centros urbanos – será “não”. Professores podem testemunhar diariamente os problemas enfrentados por muitos dos jovens que buscam a paz (por conviverem e sofrerem com a violência), buscam alternativas reais de futuro (por estarem em escolas onde se finge ensinar e onde alunos fingem aprender), buscam alegria na convivência (porque a tristeza permeia a convivência com amigos que se iludem procurando a fuga no mundo das drogas), buscam a dignidade de construir uma vida melhor para si e para os que os cercam.

Na relação com esses jovens e seus problemas, o professor sente-se só e, até mesmo, impotente para dar novos caminhos a seus alunos. E, então, constatamos que, embora fundamentais, medidas para proporcionar salários melhores aos professores e para capacitar em técnicas de ensino não esgotam todos os problemas enfrentados pelos professores. Leia Mais…

24
jul 2014
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Uma das perguntas do Enem francês foi “Vale tudo para ser feliz?”Sem entrar, neste momento, na questão da ética, podemos fazer uma pergunta aparentemente mais simples aos educadores brasileiros: “O jovem brasileiro é feliz?”Infelizmente, grande parte das respostas – principalmente nos centros urbanos – será “não”. Professores podem testemunhar diariamente os problemas enfrentados por muitos dos jovens que buscam a paz (por conviverem e sofrerem com a violência), buscam alternativas reais de futuro (por estarem em escolas onde se finge ensinar e onde alunos fingem aprender), buscam alegria na convivência (porque a tristeza permeia a convivência com amigos que se iludem procurando a fuga no mundo das drogas), buscam a dignidade de construir uma vida melhor para si e para os que os cercam.Na relação com esses jovens e seus problemas, o professor sente-se só e, até mesmo, impotente para dar novos caminhos a seus alunos. E, então, constatamos que, embora fundamentais, medidas para proporcionar salários melhores aos professores e para capacitar em técnicas de ensino não esgotam todos os problemas enfrentados pelos professores. (mais…)

COPA DO MUNDO – 2014

Hoje, é um dia de tristeza. Tristeza por termos enterrado o sonho de mostrar ao mundo que somos maiores do que todos no futebol. Tristeza por termos perdido a chance de continuar fugindo dos problemas do dia a dia. Tristeza por enterrarmos a fantasia de guardiões da moral, pela prisão de cambistas de ingressos, que incluía representantes da FIFA. A tristeza traz a desesperança. Além disso, a culpa não merecida, como a assumida por David Luiz, que lutou e chorou, pedindo desculpas como se a culpa fosse só dos jogadores e não de uma CBF e de uma comissão técnica incompetentes. Vamos erguer a cabeça e enxugar as lágrimas. Somos brasileiros e sabemos viver e conviver. Mostramos ao mundo que podemos ser solidários na alegria – como a solidariedade demonstrada na homenagem de David Luiz ao jogador James, no final do jogo com a Colômbia – e na derrota. Finalizo com a parte da crônica “Perder, Ganhar, Viver”, que Carlos Drummond de Andrade publicou após a perda da Copa do Mundo de 1982. “Chego à conclusão de que a derrota, para a qual nunca estamos preparados, de tanto não a desejarmos nem a admitirmos previamente, é afinal instrumento de renovação da vida. (…) A copa do Mundo de 82 acabou para nós, mas o mundo não acabou. Nem o Brasil, com suas dores e bens. E há um lindo sol lá fora, o sol de nós todos.”
E esse sol, em 2014, continua a brilhar …

9
jul 2014
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Hoje, é um dia de tristeza. Tristeza por termos enterrado o sonho de mostrar ao mundo que somos maiores do que todos no futebol. Tristeza por termos perdido a chance de continuar fugindo dos problemas do dia a dia. Tristeza por enterrarmos a fantasia de guardiões da moral, pela prisão de cambistas de ingressos, que incluía representantes da FIFA. A tristeza traz a desesperança. Além disso, a culpa não merecida, como a assumida por David Luiz, que lutou e chorou, pedindo desculpas como se a culpa fosse só dos jogadores e não de uma CBF e de uma comissão técnica incompetentes. Vamos erguer a cabeça e enxugar as lágrimas. Somos brasileiros e sabemos viver e conviver. Mostramos ao mundo que podemos ser solidários na alegria – como a solidariedade demonstrada na homenagem de David Luiz ao jogador James, no final do jogo com a Colômbia – e na derrota. Finalizo com a parte da crônica “Perder, Ganhar, Viver”, que Carlos Drummond de Andrade publicou após a perda da Copa do Mundo de 1982. “Chego à conclusão de que a derrota, para a qual nunca estamos preparados, de tanto não a desejarmos nem a admitirmos previamente, é afinal instrumento de renovação da vida. (…) A copa do Mundo de 82 acabou para nós, mas o mundo não acabou. Nem o Brasil, com suas dores e bens. E há um lindo sol lá fora, o sol de nós todos.”E esse sol, em 2014, continua a brilhar …

Decreto nº 8.243, de 23 de maio de 2014: simples equívoco ou deslavado populismo

Participacao social

O Decreto nº 8.243/2014, que institui a Política e o Sistema Nacional de Participação Social, vem despertando amores e ódios na sociedade brasileira. Há uma pletora de prós e contras. Há quem argumente que se trata de um verdadeiro “golpe de estado”, nos moldes do “bolivarismo” venezuelano. Há ferrenhos defensores, destacando-se, obviamente, o próprio Executivo Federal, autor do Decreto. Favorável também a conspícua posição do professor Bresser-Pereira. A tendência dominante no Congresso Nacional é de inteira rejeição ao ato, avaliado como uma autoritária invasão nas prerrogativas essenciais do Poder Legislativo.

Est modus in rebus. Sem dúvida, é preciso examinar o assunto com alguma isenção. Em primeiro lugar, não se trata de algo absolutamente novo, pois inúmeros mecanismos vêm sendo fartamente praticados, de forma espontânea e um tanto confusa. Conselhos, conferências, consultas, audiências públicas, envolvendo a sociedade civil, existem e ocorrem com frequência em todas as áreas do governo. Nesse sentido, pode-se dizer que o Decreto nada mais faz do que tentar por ordem no caos reinante. Leia Mais…

3
jul 2014
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O Decreto nº 8.243/2014, que institui a Política e o Sistema Nacional de Participação Social, vem despertando amores e ódios na sociedade brasileira. Há uma pletora de prós e contras. Há quem argumente que se trata de um verdadeiro “golpe de estado”, nos moldes do “bolivarismo” venezuelano. Há ferrenhos defensores, destacando-se, obviamente, o próprio Executivo Federal, autor do Decreto. Favorável também a conspícua posição do professor Bresser-Pereira. A tendência dominante no Congresso Nacional é de inteira rejeição ao ato, avaliado como uma autoritária invasão nas prerrogativas essenciais do Poder Legislativo.Est modus in rebus. Sem dúvida, é preciso examinar o assunto com alguma isenção. Em primeiro lugar, não se trata de algo absolutamente novo, pois inúmeros mecanismos vêm sendo fartamente praticados, de forma espontânea e um tanto confusa. Conselhos, conferências, consultas, audiências públicas, envolvendo a sociedade civil, existem e ocorrem com frequência em todas as áreas do governo. Nesse sentido, pode-se dizer que o Decreto nada mais faz do que tentar por ordem no caos reinante. (mais…)

Entrevista Programa Provocações – Parte II

Entrevista concedida ao Programa Provocações da TV Cultura em 17/06/2014 e exibida em 10 de junho de 2014

17
jun 2014
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Entrevista concedida ao Programa Provocações da TV Cultura em 17/06/2014 e exibida em 10 de junho de 2014

Entrevista ao Programa Provocações – Parte I

Entrevista concedida ao Programa Provocações da TV Cultura em 17/06/2014 e exibida em 10 de junho de 2014

13
jun 2014
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Entrevista concedida ao Programa Provocações da TV Cultura em 17/06/2014 e exibida em 10 de junho de 2014

Entrevista sobre educação – TV Cultura

Matéria publicada no jornal “O Liberal” de Americana em 10/06/2014. Lembrando que estou licenciado dos referidos cargos no período de 03/06 a 06/10/2014.

provoca

10
jun 2014
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Matéria publicada no jornal “O Liberal” de Americana em 10/06/2014. Lembrando que estou licenciado dos referidos cargos no período de 03/06 a 06/10/2014.

Por uma ética na educação

Artigo publicado na Revista do Projeto Pedagógico 2014 – Diretor Udemo  –  Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo

Hoje em dia, a educação brasileira tem desacertos e contradições que a nossa vã filosofia não consegue compreender, parafraseando o celebrado bardo inglês 

udemoHouve época, até a década de 60 do século passado, em que a escola pública era de boa qualidade e reservada para poucos. Com atraso em relação a outros países também em desenvolvimento, foi iniciado, então, um processo irreversível de democratização do ensino, chegando, atualmente, ao atendimento de 98% da população em idade de ensino fundamental. Uma consequência da expansão da oferta de vagas, sem prévia formação e valorização dos profissionais da educação e de adequação da base física, foi a queda da qualidade do ensino público. As elites da sociedade brasileira passaram, então, a utilizar-se de instituições privadas de ensino, capazes de proporcionar formação suficiente para assegurar, ao término do ensino médio, ingresso nas melhores universidades públicas.

Surge, assim, um perverso contrassenso: os pobres (também nomeados pelo ridículo eufemismo “populações economicamente vulneráveis”) frequentam a escola básica gratuita e só conseguem ingressar, quando conseguem, no ensino superior pago; os ricos pagam por educação básica de boa qualidade e ingressam nas universidades gratuitas. Recentemente, as políticas de cotas para egressos de escolas públicas e para outros segmentos discriminados da população buscam amenizar tais distorções.    Leia Mais…

2
jun 2014
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Artigo publicado na Revista do Projeto Pedagógico 2014 – Diretor Udemo  –  Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São PauloHoje em dia, a educação brasileira tem desacertos e contradições que a nossa vã filosofia não consegue compreender, parafraseando o celebrado bardo inglês Houve época, até a década de 60 do século passado, em que a escola pública era de boa qualidade e reservada para poucos. Com atraso em relação a outros países também em desenvolvimento, foi iniciado, então, um processo irreversível de democratização do ensino, chegando, atualmente, ao atendimento de 98% da população em idade de ensino fundamental. Uma consequência da expansão da oferta de vagas, sem prévia formação e valorização dos profissionais da educação e de adequação da base física, foi a queda da qualidade do ensino público. As elites da sociedade brasileira passaram, então, a utilizar-se de instituições privadas de ensino, capazes de proporcionar formação suficiente para assegurar, ao término do ensino médio, ingresso nas melhores universidades públicas.Surge, assim, um perverso contrassenso: os pobres (também nomeados pelo ridículo eufemismo “populações economicamente vulneráveis”) frequentam a escola básica gratuita e só conseguem ingressar, quando conseguem, no ensino superior pago; os ricos pagam por educação básica de boa qualidade e ingressam nas universidades gratuitas. Recentemente, as políticas de cotas para egressos de escolas públicas e para outros segmentos discriminados da população buscam amenizar tais distorções.    (mais…)

Sobre

Walter Vicioni é diretor regional do SENAI-SP, superintendente do SESI-SP e diretor da Faculdade SESI-SP de Educação. É membro reeleito do Conselho Curador da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Foi eleito, em 2018, para ocupar a Cadeira nº 36 da Academia Paulista de Educação.


Saiba mais sobre
Walter Vicioni Gonçalves

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