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Blog do Professor Walter Vicioni Gonçalves

Decreto nº 8.243, de 23 de maio de 2014: simples equívoco ou deslavado populismo

Participacao social

O Decreto nº 8.243/2014, que institui a Política e o Sistema Nacional de Participação Social, vem despertando amores e ódios na sociedade brasileira. Há uma pletora de prós e contras. Há quem argumente que se trata de um verdadeiro “golpe de estado”, nos moldes do “bolivarismo” venezuelano. Há ferrenhos defensores, destacando-se, obviamente, o próprio Executivo Federal, autor do Decreto. Favorável também a conspícua posição do professor Bresser-Pereira. A tendência dominante no Congresso Nacional é de inteira rejeição ao ato, avaliado como uma autoritária invasão nas prerrogativas essenciais do Poder Legislativo.

Est modus in rebus. Sem dúvida, é preciso examinar o assunto com alguma isenção. Em primeiro lugar, não se trata de algo absolutamente novo, pois inúmeros mecanismos vêm sendo fartamente praticados, de forma espontânea e um tanto confusa. Conselhos, conferências, consultas, audiências públicas, envolvendo a sociedade civil, existem e ocorrem com frequência em todas as áreas do governo. Nesse sentido, pode-se dizer que o Decreto nada mais faz do que tentar por ordem no caos reinante. Leia Mais…

3
jul 2014
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O Decreto nº 8.243/2014, que institui a Política e o Sistema Nacional de Participação Social, vem despertando amores e ódios na sociedade brasileira. Há uma pletora de prós e contras. Há quem argumente que se trata de um verdadeiro “golpe de estado”, nos moldes do “bolivarismo” venezuelano. Há ferrenhos defensores, destacando-se, obviamente, o próprio Executivo Federal, autor do Decreto. Favorável também a conspícua posição do professor Bresser-Pereira. A tendência dominante no Congresso Nacional é de inteira rejeição ao ato, avaliado como uma autoritária invasão nas prerrogativas essenciais do Poder Legislativo.Est modus in rebus. Sem dúvida, é preciso examinar o assunto com alguma isenção. Em primeiro lugar, não se trata de algo absolutamente novo, pois inúmeros mecanismos vêm sendo fartamente praticados, de forma espontânea e um tanto confusa. Conselhos, conferências, consultas, audiências públicas, envolvendo a sociedade civil, existem e ocorrem com frequência em todas as áreas do governo. Nesse sentido, pode-se dizer que o Decreto nada mais faz do que tentar por ordem no caos reinante. (mais…)

Entrevista Programa Provocações – Parte II

Entrevista concedida ao Programa Provocações da TV Cultura em 17/06/2014 e exibida em 10 de junho de 2014

17
jun 2014
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Entrevista concedida ao Programa Provocações da TV Cultura em 17/06/2014 e exibida em 10 de junho de 2014

Entrevista ao Programa Provocações – Parte I

Entrevista concedida ao Programa Provocações da TV Cultura em 17/06/2014 e exibida em 10 de junho de 2014

13
jun 2014
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Entrevista concedida ao Programa Provocações da TV Cultura em 17/06/2014 e exibida em 10 de junho de 2014

Entrevista sobre educação – TV Cultura

Matéria publicada no jornal “O Liberal” de Americana em 10/06/2014. Lembrando que estou licenciado dos referidos cargos no período de 03/06 a 06/10/2014.

provoca

10
jun 2014
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Matéria publicada no jornal “O Liberal” de Americana em 10/06/2014. Lembrando que estou licenciado dos referidos cargos no período de 03/06 a 06/10/2014.

Por uma ética na educação

Artigo publicado na Revista do Projeto Pedagógico 2014 – Diretor Udemo  –  Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo

Hoje em dia, a educação brasileira tem desacertos e contradições que a nossa vã filosofia não consegue compreender, parafraseando o celebrado bardo inglês 

udemoHouve época, até a década de 60 do século passado, em que a escola pública era de boa qualidade e reservada para poucos. Com atraso em relação a outros países também em desenvolvimento, foi iniciado, então, um processo irreversível de democratização do ensino, chegando, atualmente, ao atendimento de 98% da população em idade de ensino fundamental. Uma consequência da expansão da oferta de vagas, sem prévia formação e valorização dos profissionais da educação e de adequação da base física, foi a queda da qualidade do ensino público. As elites da sociedade brasileira passaram, então, a utilizar-se de instituições privadas de ensino, capazes de proporcionar formação suficiente para assegurar, ao término do ensino médio, ingresso nas melhores universidades públicas.

Surge, assim, um perverso contrassenso: os pobres (também nomeados pelo ridículo eufemismo “populações economicamente vulneráveis”) frequentam a escola básica gratuita e só conseguem ingressar, quando conseguem, no ensino superior pago; os ricos pagam por educação básica de boa qualidade e ingressam nas universidades gratuitas. Recentemente, as políticas de cotas para egressos de escolas públicas e para outros segmentos discriminados da população buscam amenizar tais distorções.    Leia Mais…

2
jun 2014
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Artigo publicado na Revista do Projeto Pedagógico 2014 – Diretor Udemo  –  Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São PauloHoje em dia, a educação brasileira tem desacertos e contradições que a nossa vã filosofia não consegue compreender, parafraseando o celebrado bardo inglês Houve época, até a década de 60 do século passado, em que a escola pública era de boa qualidade e reservada para poucos. Com atraso em relação a outros países também em desenvolvimento, foi iniciado, então, um processo irreversível de democratização do ensino, chegando, atualmente, ao atendimento de 98% da população em idade de ensino fundamental. Uma consequência da expansão da oferta de vagas, sem prévia formação e valorização dos profissionais da educação e de adequação da base física, foi a queda da qualidade do ensino público. As elites da sociedade brasileira passaram, então, a utilizar-se de instituições privadas de ensino, capazes de proporcionar formação suficiente para assegurar, ao término do ensino médio, ingresso nas melhores universidades públicas.Surge, assim, um perverso contrassenso: os pobres (também nomeados pelo ridículo eufemismo “populações economicamente vulneráveis”) frequentam a escola básica gratuita e só conseguem ingressar, quando conseguem, no ensino superior pago; os ricos pagam por educação básica de boa qualidade e ingressam nas universidades gratuitas. Recentemente, as políticas de cotas para egressos de escolas públicas e para outros segmentos discriminados da população buscam amenizar tais distorções.    (mais…)

O papel dos pais na educação

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Recentemente, uma manchete de “O Estado de São Paulo” ressaltava que pais brasileiros são os que dão mais valor à educação. De acordo com estudo global do banco HSBC, “os pais brasileiros são os que mais apostam no gasto em ensino para garantir o sucesso dos filhos”. Nesse sentido, revela que “79% dos entrevistados no Brasil acreditam que pagar pela educação é o melhor investimento que podem fazer para a próxima geração”.

Triste conclusão. Na sociedade atual, compra-se a tranquilidade do dever cumprido, como se a educação fosse uma mercadoria à venda para garantir o sucesso de um filho. Paga-se à escola pela terceirização da missão de educar.

Também, atribui-se à escola o papel mágico de resolver todos os problemas do cotidiano, desde a violência epidêmica da sociedade brasileira até o acesso do cidadão à melhor qualidade de vida.

E a escola, pressionada a resolver tantos problemas e a dar tantas soluções, perde-se.  A partir de então, caçam-se culpados e homenageiam-se unidades que atingem bons resultados em sistemas de avaliação, como se a reprimenda de uns e a bonificação de outros fossem resolver os problemas da educação nacional. Leia Mais…

7
mai 2014
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Recentemente, uma manchete de “O Estado de São Paulo” ressaltava que pais brasileiros são os que dão mais valor à educação. De acordo com estudo global do banco HSBC, “os pais brasileiros são os que mais apostam no gasto em ensino para garantir o sucesso dos filhos”. Nesse sentido, revela que “79% dos entrevistados no Brasil acreditam que pagar pela educação é o melhor investimento que podem fazer para a próxima geração”.Triste conclusão. Na sociedade atual, compra-se a tranquilidade do dever cumprido, como se a educação fosse uma mercadoria à venda para garantir o sucesso de um filho. Paga-se à escola pela terceirização da missão de educar.Também, atribui-se à escola o papel mágico de resolver todos os problemas do cotidiano, desde a violência epidêmica da sociedade brasileira até o acesso do cidadão à melhor qualidade de vida.E a escola, pressionada a resolver tantos problemas e a dar tantas soluções, perde-se.  A partir de então, caçam-se culpados e homenageiam-se unidades que atingem bons resultados em sistemas de avaliação, como se a reprimenda de uns e a bonificação de outros fossem resolver os problemas da educação nacional. (mais…)

Gente humilde

Este é mais um artigo de minha autoria publicado na Revista Abigraf – Edição Março/Abril 2014. 

MARCO ABRIL2014Tantos índices, indicadores, sistemas de avaliação – Ideb, IDH, Enade e dezenas de outros – ocupam manchetes, principalmente quando revelam resultados pífios do país em termos educacionais, sociais e econômicos. Mas um estudo passa despercebido, sem destaque nos jornais, rádios e televisões. Trata-se da pesquisa Barômetro Global de Otimismo, realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), em 65 países, com 66.806 entrevistados. Irrelevante? De jeito nenhum. Sociólogos, educadores, formuladores de políticas públicas deveriam tomar conhecimento de seus resultados e analisar o que eles revelam.

Para começar, vão encontrar informações alvissareiras. O Brasil ocupa o décimo lugar no ranking dos países mais felizes do mundo. Mesmo que não existissem barreiras, 53% não se mudariam para outro país. Entre os brasileiros consultados, 71% disseram estar satisfeitos com a própria vida, proporção acima da média mundial (60%). Mas também vão conhecer tendências instigantes.  Em 2011 a porcentagem de brasileiros felizes era 76%, cresceu em 2012 para 81%, diminuindo no último ano.

Muitos podem estranhar os bons resultados. Mas se pararem para – não apenas observar –  olhar atentamente as pessoas, vão confirmar o que a pesquisa revela. Temos mazelas, problemas imensos, mas uma capacidade maior ainda de superá-los com esperança e fé no amanhã. Leia Mais…

5
mai 2014
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Este é mais um artigo de minha autoria publicado na Revista Abigraf – Edição Março/Abril 2014. Tantos índices, indicadores, sistemas de avaliação – Ideb, IDH, Enade e dezenas de outros – ocupam manchetes, principalmente quando revelam resultados pífios do país em termos educacionais, sociais e econômicos. Mas um estudo passa despercebido, sem destaque nos jornais, rádios e televisões. Trata-se da pesquisa Barômetro Global de Otimismo, realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), em 65 países, com 66.806 entrevistados. Irrelevante? De jeito nenhum. Sociólogos, educadores, formuladores de políticas públicas deveriam tomar conhecimento de seus resultados e analisar o que eles revelam.Para começar, vão encontrar informações alvissareiras. O Brasil ocupa o décimo lugar no ranking dos países mais felizes do mundo. Mesmo que não existissem barreiras, 53% não se mudariam para outro país. Entre os brasileiros consultados, 71% disseram estar satisfeitos com a própria vida, proporção acima da média mundial (60%). Mas também vão conhecer tendências instigantes.  Em 2011 a porcentagem de brasileiros felizes era 76%, cresceu em 2012 para 81%, diminuindo no último ano.Muitos podem estranhar os bons resultados. Mas se pararem para – não apenas observar –  olhar atentamente as pessoas, vão confirmar o que a pesquisa revela. Temos mazelas, problemas imensos, mas uma capacidade maior ainda de superá-los com esperança e fé no amanhã. (mais…)

Vice-campeões

~9185256

Parabéns às equipes que batalharam e muito nos orgulharam pelas belas campanhas na Superliga 2013/14

29
abr 2014
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Parabéns às equipes que batalharam e muito nos orgulharam pelas belas campanhas na Superliga 2013/14

Sobre

Walter Vicioni é diretor regional do SENAI-SP, superintendente do SESI-SP e membro do Conselho Curador da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.


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Walter Vicioni Gonçalves

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