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Blog do Professor Walter Vicioni Gonçalves

Capacidade de inovar é o desafio da próxima década

Números sofríveis em educação e em novas patentes não impedem algumas vitórias, mas podem tornar inviável a primazia em inovação que é preciso alcançar e manter a longo prazo

 

 

O turbilhão de novidades que marcou a IFA 2012, maior feira mundial de produtos eletrônicos, realizadanoinício de setembro,emBerlim, deixou claro que a luta por mercados, nostemposatuais, se trava no campo da inovação.

Telas de Ultra Alta Definição (tecnologia 4K)que tornamo Full HD coisado passado, miniaturas sempre menores, e o firme predomínio da tendência de conexão total TV PC celular tablet – deram o tom do evento e do que espera as empresas de produtos de consumo nos próximos anos. Leia Mais…

24
set 2012
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Números sofríveis em educação e em novas patentes não impedem algumas vitórias, mas podem tornar inviável a primazia em inovação que é preciso alcançar e manter a longo prazo  O turbilhão de novidades que marcou a IFA 2012, maior feira mundial de produtos eletrônicos, realizadanoinício de setembro,emBerlim, deixou claro que a luta por mercados, nostemposatuais, se trava no campo da inovação.Telas de Ultra Alta Definição (tecnologia 4K)que tornamo Full HD coisado passado, miniaturas sempre menores, e o firme predomínio da tendência de conexão total TV PC celular tablet – deram o tom do evento e do que espera as empresas de produtos de consumo nos próximos anos. (mais…)

E a conta não fechou

Fonte: Revista Veja – 16 de setembro de 2012

O Brasil avançou como poucos nos gastos com o ensino, mas esse esforço está longe de se traduzir em excelência

Sempre que um novo indicador expõe o atraso brasileiro na sala de aula aparece gente atribuindo o fiasco ao acanhado orçamento da Educação. Existe razão num ponto: o Brasil, de fato, investe menos nessa área do que as nações mais desenvolvidas da OCDE, justamente as que estão na dianteira do Ensino. Um relatório divulgado na semana passada confirma isso, mas alerta, por meio de um convincente conjunto de dados, que a discussão está longe de se encerrar aí. E que até a ideia de que o dinheiro é pouco precisa ser relativizada. Produzido pela própria OCDE desde 1992, o Education ara Glance -espécie de bíblia estatística da Educação, que reúne e compara dezenas de indicadores em 42 países – mostra que poucos fizeram tanto esforço quanto o Brasil para engordar o caixa do Ensino. A fatia do PIB para a área aumentou 57%o na última década, menos apenas do que na Rússia, onde as verbas avançaram 90%. Numa conta que considera apenas os gastos públicos, o Brasil já surge, surpreendentemente, no mesmo nível das nações mais ricas. S6 que a qualidade não acompanhou o empenho financeiro, e o país permaneceu no mesmo incômodo patamar de sempre, ombreando com os piores do mundo, como enfatiza o ranking da OCDE.

18
set 2012
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Fonte: Revista Veja – 16 de setembro de 2012O Brasil avançou como poucos nos gastos com o ensino, mas esse esforço está longe de se traduzir em excelênciaSempre que um novo indicador expõe o atraso brasileiro na sala de aula aparece gente atribuindo o fiasco ao acanhado orçamento da Educação. Existe razão num ponto: o Brasil, de fato, investe menos nessa área do que as nações mais desenvolvidas da OCDE, justamente as que estão na dianteira do Ensino. Um relatório divulgado na semana passada confirma isso, mas alerta, por meio de um convincente conjunto de dados, que a discussão está longe de se encerrar aí. E que até a ideia de que o dinheiro é pouco precisa ser relativizada. Produzido pela própria OCDE desde 1992, o Education ara Glance -espécie de bíblia estatística da Educação, que reúne e compara dezenas de indicadores em 42 países – mostra que poucos fizeram tanto esforço quanto o Brasil para engordar o caixa do Ensino. A fatia do PIB para a área aumentou 57%o na última década, menos apenas do que na Rússia, onde as verbas avançaram 90%. Numa conta que considera apenas os gastos públicos, o Brasil já surge, surpreendentemente, no mesmo nível das nações mais ricas. S6 que a qualidade não acompanhou o empenho financeiro, e o país permaneceu no mesmo incômodo patamar de sempre, ombreando com os piores do mundo, como enfatiza o ranking da OCDE. (mais…)

Unidades Móveis de Nanotecnologia do SENAI-SP

Fonte: Agência Indusnet Fiesp

Público pode visitar as unidades e participar de experiências dessa nova vertente da ciência

Duas Escolas Móveis de Nanotecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) estão abertas à visitação durante a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 9 a 19 de agosto, no Anhembi, na capital.

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14
set 2012
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Fonte: Agência Indusnet FiespPúblico pode visitar as unidades e participar de experiências dessa nova vertente da ciênciaDuas Escolas Móveis de Nanotecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) estão abertas à visitação durante a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 9 a 19 de agosto, no Anhembi, na capital. (mais…)

Educação – tudo legal e tudo muito ruim

Alexandre Barros – Jornal O Estado de São Paulo – 11 de setembro de 2012

O título é de Anísio Teixeira, na década de 1950. E continua na mesma.

A paixão da educação brasileira é a burocracia. Tudo é legalmente correto, mas os resultados são pífios. Os currículos são fixados e fiscalizados pelo Ministério da Educação (MEC) e terminam em exames que medem todos os alunos com a mesma régua. Não importam as suas preferências intelectuais e pretensões profissionais. Bem-sucedido é quem tira as melhores notas em todas as matérias, só que a vida e os progressos não são medidos assim. Uns serão capazes em umas coisas e outros, em outras. “Eu não posso fazer isso, mas posso fazer aquilo” e são as diversidades que alimentam o progresso, não as homogeneidades. Mal educamos a maioria dos alunos para as coisas que eles não gostam de fazer e fracassamos em ensinar-lhes o que eles gostam.

Todos sabemos, já no segundo grau, definir nossa direção básica: ciências humanas e sociais ou exatas. O gargalo são as exatas. Leia Mais…

11
set 2012
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Alexandre Barros – Jornal O Estado de São Paulo – 11 de setembro de 2012O título é de Anísio Teixeira, na década de 1950. E continua na mesma.A paixão da educação brasileira é a burocracia. Tudo é legalmente correto, mas os resultados são pífios. Os currículos são fixados e fiscalizados pelo Ministério da Educação (MEC) e terminam em exames que medem todos os alunos com a mesma régua. Não importam as suas preferências intelectuais e pretensões profissionais. Bem-sucedido é quem tira as melhores notas em todas as matérias, só que a vida e os progressos não são medidos assim. Uns serão capazes em umas coisas e outros, em outras. “Eu não posso fazer isso, mas posso fazer aquilo” e são as diversidades que alimentam o progresso, não as homogeneidades. Mal educamos a maioria dos alunos para as coisas que eles não gostam de fazer e fracassamos em ensinar-lhes o que eles gostam.Todos sabemos, já no segundo grau, definir nossa direção básica: ciências humanas e sociais ou exatas. O gargalo são as exatas. (mais…)

Sesi-SP abre inscrições para 1º edição de Concurso Nacional de Arranjos Instrumentais

Festival terá como tema a obra do cantor e compositor Milton Nascimento, que fará um show no dia da premiação. Inscrições estão abertas até 10 de outubro

Por Danusa Etcheverria

Até o dia 10 de outubro, o Sesi-SP recebe inscrições para o Festival Ars Brasilis Sesi-SP, concurso inédito de âmbito nacional voltado para arranjadores instrumentais. A competição, que homenageará o cantor e compositor Milton Nascimento, é direcionada a estudantes e músicos (arranjadores e regentes), industriários e comunidade em geral de todo o Brasil com idade a partir de 18 anos.

O projeto, com inspiração nas palavras em latim ars, que significa “arte, técnica, saber”, e brasilis, que representa “aquele ou aquilo que provém de terras brasileiras”, tem como objetivo promover o debate sobre o cenário musical e valorizar a criatividade e a sofisticação da música brasileira. Leia Mais…

9
set 2012
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Festival terá como tema a obra do cantor e compositor Milton Nascimento, que fará um show no dia da premiação. Inscrições estão abertas até 10 de outubroPor Danusa Etcheverria Até o dia 10 de outubro, o Sesi-SP recebe inscrições para o Festival Ars Brasilis Sesi-SP, concurso inédito de âmbito nacional voltado para arranjadores instrumentais. A competição, que homenageará o cantor e compositor Milton Nascimento, é direcionada a estudantes e músicos (arranjadores e regentes), industriários e comunidade em geral de todo o Brasil com idade a partir de 18 anos.O projeto, com inspiração nas palavras em latim ars, que significa “arte, técnica, saber”, e brasilis, que representa “aquele ou aquilo que provém de terras brasileiras”, tem como objetivo promover o debate sobre o cenário musical e valorizar a criatividade e a sofisticação da música brasileira. (mais…)

Formação de formadores: eixo estratégico da educação para o trabalho.

FORMAÇÃO DE FORMADORES: eixo estratégico da educação para o trabalho
Publicado pela revista Em Aberto – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Ministério da Educação, Brasília, ano 15, número 65, Jan/Mar.         

Walter Vicioni Gonçalves*

Introdução      

Nos dias atuais, assistimos a uma nova revolução resultante do rápido desenvolvimento tecnológico no domínio da microeletrônica e da informática. O impacto das novas tecnologias sobre o mundo do trabalho tem sido objeto de pesquisas, estudos e debates em razão das mudanças que, certamente, provocarão nos padrões de trabalho e do emprego.

Estamos na presença de fenômenos de origem estrutural que exigem constante vigilância das nações industrializadas e, em particular, das instituições que se ocupam da educação e da formação profissional, independentemente de todas as flutuações econômicas que podem surgir.

A idéia básica que orientará o presente trabalho resulta de um posicionamento diante da questão que coloca a formação dos formadores como uma das principais variáveis ou a principal variável para a necessária adequação das instituições de formação profissional às exigências dos novos tempos. Tal problema encontra, assim, ressonância nos resultados de pesquisas e na afirmação, constantemente reiterada, de que a introdução e a difusão de novas tecnologias provocam profundas modificações na estrutura da qualificação profissional, afetando o modo de executar o trabalho e, conseqüentemente, a forma como a formação profissional vai ser estruturada.

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8
set 2012
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FORMAÇÃO DE FORMADORES: eixo estratégico da educação para o trabalhoPublicado pela revista Em Aberto – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas EducacionaisMinistério da Educação, Brasília, ano 15, número 65, Jan/Mar.         Walter Vicioni Gonçalves*Introdução      Nos dias atuais, assistimos a uma nova revolução resultante do rápido desenvolvimento tecnológico no domínio da microeletrônica e da informática. O impacto das novas tecnologias sobre o mundo do trabalho tem sido objeto de pesquisas, estudos e debates em razão das mudanças que, certamente, provocarão nos padrões de trabalho e do emprego.Estamos na presença de fenômenos de origem estrutural que exigem constante vigilância das nações industrializadas e, em particular, das instituições que se ocupam da educação e da formação profissional, independentemente de todas as flutuações econômicas que podem surgir.A idéia básica que orientará o presente trabalho resulta de um posicionamento diante da questão que coloca a formação dos formadores como uma das principais variáveis ou a principal variável para a necessária adequação das instituições de formação profissional às exigências dos novos tempos. Tal problema encontra, assim, ressonância nos resultados de pesquisas e na afirmação, constantemente reiterada, de que a introdução e a difusão de novas tecnologias provocam profundas modificações na estrutura da qualificação profissional, afetando o modo de executar o trabalho e, conseqüentemente, a forma como a formação profissional vai ser estruturada. (mais…)

‘Esperamos que vocês possam deixar um legado’, diz Walter Vicioni a técnicos ingleses de rúgbi

Superintendente do Sesi-SP e diretor Regional do Senai-SP fala sobre investimentos em educação no evento que apresentou projeto de cooperação com British Council e a Premiership Rugby

Edgar Marcel e Flávia Dias – 04/09/2012

Durante o encontro com técnicos britânicos do projeto Try Rugby SP, em evento que anunciou oficialmente a parceria do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) com o British Council e a Premiership Rugby (liga do esporte na Inglaterra), o superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni, ressaltou a importância dos treinadores no processo educacional dos alunos da instituição.

 

Foto: Júlia Moraes

Walter Vicioni, superintendente do Sesi-SP e diretor regional do Senai-SP, ressalta importância dos treinadores no processo educacional dos alunos das instituições

“Vocês têm uma missão extraordinariamente importante. Nós queremos que eles [alunos] possam ter a mesma habilidade e o dinamismo que vocês têm. Esperamos que vocês possam nos deixar um legado para que a gente possa multiplicar e atender os nossos alunos para, quem sabe, um dia, eles possam superar a Inglaterra no rúgbi”, afirmou.

Vicioni, também diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), lembrou que as entidades e o British Council sempre estiveram presentes na cultura a nas manifestações artísticas. “E agora, juntas no esporte, colocam em realce o impressionante papel que o presidente Paulo Skaf representa nessas questões, principalmente na educação”, salientou. E emendou: “É por isso que estamos neste processo, tentando inspirar e incentivar os esportes, em especial os olímpicos, do qual o rúgbi vai fazer parte na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro”.

Diretores dos CATS comentam parceria

Heraldo Pimentel, diretor do Centro de Atividade (CAT) Ernesto Pereira Lopes Filho, unidade localizada em São Carlos, afirmou acreditar muito no projeto. “É um marco profundo porque o Brasil sempre foi denominado o ‘país do futebol’, que enfrenta crise atualmente. E esse projeto veio dar um novo início e direcionamento ao rúgbi. Precisamos de uma injeção cultural diferente”, avaliou.

Opinião compartilhada por Alexandre Minghin, diretor do CAT Professor Azor Silveira Leite, em Matão: “Assim como outras ações inovadoras do Sesi-SP, essa é mais uma que nos motiva e dá orgulho. Projetos diferenciados motivam as equipes, e nos empenharemos ao máximo para que tudo dê certo”.

7
set 2012
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Superintendente do Sesi-SP e diretor Regional do Senai-SP fala sobre investimentos em educação no evento que apresentou projeto de cooperação com British Council e a Premiership RugbyEdgar Marcel e Flávia Dias – 04/09/2012Durante o encontro com técnicos britânicos do projeto Try Rugby SP, em evento que anunciou oficialmente a parceria do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) com o British Council e a Premiership Rugby (liga do esporte na Inglaterra), o superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni, ressaltou a importância dos treinadores no processo educacional dos alunos da instituição. Foto: Júlia MoraesWalter Vicioni, superintendente do Sesi-SP e diretor regional do Senai-SP, ressalta importância dos treinadores no processo educacional dos alunos das instituições“Vocês têm uma missão extraordinariamente importante. Nós queremos que eles [alunos] possam ter a mesma habilidade e o dinamismo que vocês têm. Esperamos que vocês possam nos deixar um legado para que a gente possa multiplicar e atender os nossos alunos para, quem sabe, um dia, eles possam superar a Inglaterra no rúgbi”, afirmou.Vicioni, também diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), lembrou que as entidades e o British Council sempre estiveram presentes na cultura a nas manifestações artísticas. “E agora, juntas no esporte, colocam em realce o impressionante papel que o presidente Paulo Skaf representa nessas questões, principalmente na educação”, salientou. E emendou: “É por isso que estamos neste processo, tentando inspirar e incentivar os esportes, em especial os olímpicos, do qual o rúgbi vai fazer parte na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro”.Diretores dos CATS comentam parceriaHeraldo Pimentel, diretor do Centro de Atividade (CAT) Ernesto Pereira Lopes Filho, unidade localizada em São Carlos, afirmou acreditar muito no projeto. “É um marco profundo porque o Brasil sempre foi denominado o ‘país do futebol’, que enfrenta crise atualmente. E esse projeto veio dar um novo início e direcionamento ao rúgbi. Precisamos de uma injeção cultural diferente”, avaliou.Opinião compartilhada por Alexandre Minghin, diretor do CAT Professor Azor Silveira Leite, em Matão: “Assim como outras ações inovadoras do Sesi-SP, essa é mais uma que nos motiva e dá orgulho. Projetos diferenciados motivam as equipes, e nos empenharemos ao máximo para que tudo dê certo”.

Sesi-SP lança projeto de rúgbi que beneficia 10 mil crianças no Estado de SP

Durante o projeto, os 12 técnicos britânicos selecionados pela Premiership Rugby realizarão ações de desenvolvimento do projeto com crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. O projeto entra em vigor a partir do dia 10 de setembro de 2012. “O rúgbi no Brasil ainda está engatinhando e o Sesi-SP dará esta contribuição, até porque nos Jogos Olímpicos de 2016 [Rio de Janeiro] esta modalidade esportiva estará de volta”, afirmou o presidente das instituições.

Walter Vicioni, superintendente do Sesi-SP e diretor Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), acrescentou: “Vocês têm uma missão extraordinariamente importante. Nós queremos que eles [alunos] possam ter a mesma habilidade e o dinamismo que vocês têm. Esperamos que vocês possam nos deixar um legado ”. Leia Mais…

6
set 2012
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Durante o projeto, os 12 técnicos britânicos selecionados pela Premiership Rugby realizarão ações de desenvolvimento do projeto com crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. O projeto entra em vigor a partir do dia 10 de setembro de 2012. “O rúgbi no Brasil ainda está engatinhando e o Sesi-SP dará esta contribuição, até porque nos Jogos Olímpicos de 2016 [Rio de Janeiro] esta modalidade esportiva estará de volta”, afirmou o presidente das instituições.Walter Vicioni, superintendente do Sesi-SP e diretor Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), acrescentou: “Vocês têm uma missão extraordinariamente importante. Nós queremos que eles [alunos] possam ter a mesma habilidade e o dinamismo que vocês têm. Esperamos que vocês possam nos deixar um legado ”. (mais…)

‘Ensinar é muito mais que passar conteúdo’

 

 

Para a pesquisadora,
a neurocientista Adele Diamond,
mais que instruir sobre fatos,
escola deve atender às
necessidades sociais e emocionais

 

JORNAL O ESTADO DE SP – Se a escola focar apenas o conteúdo, o processo de aprendizagem não tem a menor chance de ser bem-sucedido. Isso é o que defende a neurocientista Adele Diamond. “Se as necessidades emocionais, sociais e físicas forem ignoradas, não há excelência acadêmica.” Canadense, ela falará no seminário Educação Infantil: Evidências Científicas sobre as Melhores Práticas, promovido pelo Instituto Alfa e Beto, nesta sexta-feira, em São Paulo.

Leia a entrevista completa a seguir… Leia Mais…

3
set 2012
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  Para a pesquisadora,a neurocientista Adele Diamond,mais que instruir sobre fatos,escola deve atender àsnecessidades sociais e emocionais JORNAL O ESTADO DE SP – Se a escola focar apenas o conteúdo, o processo de aprendizagem não tem a menor chance de ser bem-sucedido. Isso é o que defende a neurocientista Adele Diamond. “Se as necessidades emocionais, sociais e físicas forem ignoradas, não há excelência acadêmica.” Canadense, ela falará no seminário Educação Infantil: Evidências Científicas sobre as Melhores Práticas, promovido pelo Instituto Alfa e Beto, nesta sexta-feira, em São Paulo.Leia a entrevista completa a seguir… (mais…)

Só 17% terminam o fundamental com domínio da matemática

JORNAL O GLOBO – Divulgados há três semanas, os resultados do Ideb, principal indicador da qualidade da educação no Brasil, preocuparam o MEC principalmente pela estagnação do ensino médio de 2009 para 2011. Dados obtidos pelo GLOBO junto ao Inep, autarquia do MEC responsável pelas avaliações, revelam, no entanto, que os problemas que resultam no quadro preocupante do antigo 2º Grau começam antes, já ao final do ensino fundamental, onde o percentual de alunos com conhecimento considerado adequado é de apenas 17% no caso de matemática e de 27% em língua portuguesa. Leia Mais…

3
set 2012
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JORNAL O GLOBO – Divulgados há três semanas, os resultados do Ideb, principal indicador da qualidade da educação no Brasil, preocuparam o MEC principalmente pela estagnação do ensino médio de 2009 para 2011. Dados obtidos pelo GLOBO junto ao Inep, autarquia do MEC responsável pelas avaliações, revelam, no entanto, que os problemas que resultam no quadro preocupante do antigo 2º Grau começam antes, já ao final do ensino fundamental, onde o percentual de alunos com conhecimento considerado adequado é de apenas 17% no caso de matemática e de 27% em língua portuguesa. (mais…)

Sobre

Walter Vicioni é diretor regional do SENAI-SP, superintendente do SESI-SP e membro do Conselho Curador da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.


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